Tags‘ “14 parada gay no Rio de Janeiro” “melhor cidade do mundo” “melhor destino gay” “Rio de Janeiro Temporada” ’

Rio de Janeiro eleito melhor destino gay

Tuesday, November 3rd, 2009

LGBT-2010-a 

Ocorreu neste domingo, 01 de novembro, a Parada LGBT no Rio de Janeiro, iniciando no Posto 6 e percorrendo toda a orla de Copacabana com o colorido e alegria peculiar do evento cuja chamada era: “Eu tenho direito de viver e amar livremente”. A parada levanta a questão do preconceito e, como nos anos anteriores, leva a refletir sobre a questão da homofobia, buscando aliados à causa: Diga não à homofobia.

Mais uma vez o evento teve presença do Governador do Estado do Rio de Janeiro Sérgio Cabral. Além disso, o prefeito Eduardo Paes entregou, num gesto simbólico, as chaves do Rio de Janeiro à presidente do Grupo Arco-Íris, Gilza Rodrigues: “deixo a cidade em suas mãos”. Segundo ele, este evento deve ser transformado na “Maior Parada do mundo”.

Um dia depois da parada, a cidade recebe o título de “Melhor destino gay do mundo“. Com promoção do Logo da MTV através do site TripOut Gay Travel, o Rio desbancou Buenos Aires, Barcelona, Londres, Montreal e Sydney.

De acordo com o site TripOut Gay Travel, o Rio de Janeiro é uma das cidades onde a comunidade gay sente-se “muito bem-vinda”. Citada como a rua mais gay da cidade, a Rua Farme de Amoedo é a rua que leva em direção da Praia gay de Ipanema. Um luxo só, pode-se dizer, embora hoje, o Rio também seja considerado um dos destinos mais econômicos para o turista estrangeiro, tendo em vista a valorização da moeda brasileira.

O turista LGBT viaja em média 29 dias por ano e movimentou cerca de US$ 65 bilhões em 2007, segundo dados da IGLTA. Boas dicas para quem procura passeios e diversão podem ser encontradas aqui.

parada-LGBT-fotografia-by-SergioFonseca   parada-LGBT-2-fotografia-by-SergioFonseca

parada-LGBT-3-fotografia-by-SergioFonseca   parada-LGBT-4-fotografia-by-SergioFonseca

É isso, gente.
Rio de Janeiro, cidade feliz e capaz de produzir felicidade. A gente quer manter essa alegria, sim. Menos violência e mais amor. Menos medo e mais cor. Queremos ser a cidade “mais” em todos os bons aspectos e receber gente bonita, gente que gosta de mar, de praia, de samba, de vida. A gente tem o direito de viver e amar livremente, sim.